terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Palavras De Um Futuro Bom


















Anda, enquanto o dia acorda a gente ama,
Tô pronto pra te ouvir aqui na cama!
Te espero vâmo rir de todo mundo
Nesse quarto tão profundo...
Pára, repara tente ver a tua cara
Contemple esse momento é coisa rara
Uma emoção assim só se compara
A tudo que nós já passamos juntos...
Preciso tanto aproveitar você
Olhar teus olhos, beijar tua boca
Ouvir palavras de um futuro bom
Preciso tanto aproveitar você
Olhar teus olhos, beijar tua boca...
Dizer palavras de um futuro bom...

Anda, enquanto o dia acorda a gente ama,
Tô pronto pra te ouvir aqui na cama
Te espero, vâmo rir de todo mundo
Nesse quarto tão profundo...
Pára, repara tente ver a sua cara
Contemple esse momento é coisa rara
Uma emoção assim só se compara
A tudo que nós já passamos juntos
Nesse quarto em um segundo...

Preciso tanto aproveitar você
Beijar teus olhos, olhar tua boca
Dizer palavras de um futuro bom
Preciso tanto aproveitar você
Beijar teus olhos, Olhar tua boca
Ouvir palavras de um futuro bom

Palavras, Palavras, Palavras de um futuro bom...
Palavras, Palavras

Preciso tanto aproveitar você
Beijar teus olhos, Olhar tua boca
Ouvir palavras, palavras, palavras de um futuro bom...

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Na Sua Estante

Te vejo errando e isso não é pecado
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar

Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícia
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar...

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Telegrama


eu e Minha irmanzinha Mileninha....








Composição: Zeca Baleiro

Eu tava triste tristinho
mais sem graça que a top model magrela
na passarela
eu tava só sozinho
mais solitário que um paulistano
que um canastrão na hora que cai o pano
(que um vilão de filme mexicano)
tava mais bobo que banda de rock
que um palhaço do circo vostok

mas ontem eu recebi um telegrama
era você de aracaju ou do alabama
dizendo nego sinta-se feliz
porque no mundo tem alguém que diz:
que muito te ama que tanto te ama
que muito muito te ama que tanto te ama

por isso hoje eu acordei
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado 2x
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria

mama oh mama oh mama
quero ser seu
quero ser seu 2x
quero ser seu
quero ser seu papa

Eu tava triste tristinho
mais sem graça que a top model magrela
na passarela
eu tava só sozinho
mais solitário que um paulistano
que um vilão de filme mexicano
tava mais bobo que banda de rock
que um palhaço do circo vostok

mas ontem eu recebi um telegrama
era você de aracaju ou do alabama
dizendo nego sinta-se feliz
porque no mundo tem alguém que diz:
que muito te ama que tanto te ama
que muito te ama que tanto tanto te ama

por isso hoje eu acordei
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado 2x
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria

mama oh mama oh mama
quero ser seu
quero ser seu 2x
quero ser seu
quero ser seu papa

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Saudade


Saudade


Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.

Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.

Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzbier; se ela continua preferindo Margarita;
se ela continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ela continua cantando tão bem; se ela continua detestando o Mc Donald's;
Se ele continua amando;
Se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!

Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.

É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.

Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...


(Miguel Falabella)

Pra Ser Sincero

Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação,
Beijos sem paixão,
crimes sem castigo,
aperto de mãos
Apenas bons amigos...

Pra ser sincero eu não espero que você minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos

Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação
Beijos sem paixão,
crimes sem castigo,
Aperto de mãos,
apenas bons amigos...

Pra ser sincero não espero que você me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Um dia desses, num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre,
Talvez a gente encontre explicação
Um dia desses num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero... prazer em vê-la
Até mais...

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Crying




Cryin'

Aerosmith

Composição: Aerosmith

There was a time
When I was so brokenhearted
Love wasn't much, of a friend of mine
The tables have turned, yeah
'Cause me and them ways have parted
That kind of love, was the killin' kind
All I want, is someone I can't resist
I know all right I need to know by the way that I got kissed

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
your Love is sweet, misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do-down on me

Now there's not even breathin' room
Between pleasure and pain
Yeah you cry when we're makin love
Must be one and the same

It's down on me
Yeah, I got to tell you one thing
It's been on my mind
Girl I gotta say
We're partners in crime
You got that certain something
What you give to me
Takes my breath away
Now the word out on the street
Is the devil's in your kiss
If our love goes up in flames
It's a fire I can't resist

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
your Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do to me

'Cause what you got inside
Ain't where your love should stay
Yeah, our love, sweet love, ain't love
'Till you give your heart away

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' just to let you
Do what you do what you do down to me, baby, baby, baby

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do down to, down to, down to, down to

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet...
I was cryin' when I met you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do down to, down to, down to, down to

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Vestido estampado


Acabou, agora tá tudo acabado
Seu vestido estampado, dei a quem pudesse servir
Agora que eu não posso mais caber em ti
Não quero te ver, dizem que você não quer mais me olhar
Como velhos desconhecidos se você não me escuta
Eu não vou te chamar
O amor que eu dei não foi o mesmo que eu vi acabar
O amor só mudou de cor, agora já ta desbotado
Corra lá vem à tristeza atirando pra todos os lados
Pegue o vestido estampado, guarde pro carnaval
Guarde que eu nunca te quis mal
Até o feriado quarta feira de cinzas e ta tudo acabado
agora ta tudo acabado............

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Jacarepaguá Blues



Composição: Zé Ramalho

Tão Indecente
Foi o jeito que essa mina descarada, arranhada, repulsiva
Me jogou de repente

Eu já sabia das suas intenções
Maléficas contra mim
Por isso me precavi com todo alho e cebola

Que eu consegui encontrar

Mas o que eu não sabia
Era que você era exata e precisa
Nos seus movimentos por isso confesso

Eu tô num terrível astral

Minha família mandou-me um cartão postal
Pois tal cartão conseguiu me fazer chorar

E o reco-reco que eu brincava
E, mãe a senhora me bateu
Por que eu troquei por um isqueiro

Pra poder fumar

Um tal negócio ou coisa parecida
Que faz bem ou mal a saúde
Não me interessa, mãe
Vá perguntar ao cabeira se você pode fumar

Mas o capítulo

Da novela dolorida, colorida, comovida
Que eu pedi pra ver

O personagem que eu encenava a contra mão da gancho
a oficina telepática me sorria

Como um camafeu

Mas que a senhora não sabia
Que essa trama toda ia cair nas costas
Da pessoa que vos fala e relata

O que aconteceu.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Aprendendo A Jogar

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
mas, aprendendo a jogar
Água mole em pedra dura
Mas vale que dois voando
Se eu nascesse assim ... pra lua
Não estaria trabalhando
Mas em casa de ferreiro
Quem com ferro se fere é bobo
Cria a fama, deita na cama
Quero ver o berreiro na hora do lobo
Quem tem amigo cachorro
Quer sarna para se coçar
Boca fechada não entra besouro
Macaco que muito pular quer dançar